Jardins de Palavras em canteiros de versos a cerca de eiras de prosa. Em 2008, um mês, um livro, desde julho
Sexta-feira, 12 de Abril de 2013
Suaves mãos farpadas

Quem pouco dorme,

Muito sonha.

Faltava só meia hora,

Mas voltei a dormir,

Pesada meia hora.

 

De pesado, fui fundo...

Em um lugar qualquer.

Mas de lá, ao sair,

Lembrei que as duas eu veria.

 

Vi só uma. Minha irmã para dentro,

outra loja imaginária qualquer,

num pátio belo, jardinado, todo em bege,

Destes que shopping algum em mundo real teria,

 

Veio mamãe. Pronta para contar que achara,

Mas primeiro disse que eu reprovaria.

Que caro seria isto tão isto que ela achou?

E lá estava, uma instalação de arte.

 

Para casa levaria, era muito dela,

Sim, seria cara, mas era aquilo?

Vi arames farpados em três cercas.

Uma cerca intransponível, de três linhas.

 

Três fronteiriças barreiras,

entre o mundo e o abrigo, não deixariam,

não, nunca!, entrarem,

e mais e melhor, nunca saírem.

 

Era demais, e antes que me irritasse, chamou para ver.

Bem perto, arames contorcidos não eram.

As farpas bem olhando, cada uma, cada peça...

Uma mão de bailarina em pose, em gesto, impeça.

 



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 23:17
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Terça-feira, 2 de Abril de 2013
Em breve

Poemas,

Guardados,

Muitos,

 

Escritos a lapis, 

em papel,

em lugares.

 

Longes,

pertos,

inspiradores lugares.

 

Inspiradores momentos,

já faz tanto tempo sem estes tempos...

 

Mas em breve, 

logo mesmo,

aqui verão.



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 23:32
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