Jardins de Palavras em canteiros de versos a cerca de eiras de prosa. Em 2008, um mês, um livro, desde julho
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
Sete livros, 7 meses, 7 cores,7 dias

 

Poeta acordou, mas acorrentado.
Enquanto dormia, mente solta,
perdida no mundo sólido, pedra real,
se encrostou, liquen do dia a dia.
 
Aguarrado, trabalha. Trabalha...
Biólogo solto, poeta preso.
E vai longe: Auvergne por todo um mês!
Longe ou perto, novos topos de árvores para ver.
 
Floresta em um vulcão, quem sabe...
poemas a mais, do alto de uma árvore...
no pé de um, já dito, vulcão...
escrever novas Paisagens.
 
Depois, enfim, de volta, me solto.
E refaço tudo. Lanço em julho,
todos, todos os livros.
Livros, sim, há muitos, impróprios, ou inúteis.
 
Sete inúteis pérolas de sóbria soberba vazia,
e alguns poucos bons poemas.
Solto de vez,  sete livros a dentro,
na ordem certa, em enfadonhos e aborrecidos 7 meses.
Soltaria, e disse, 1/4 por mês, em 28 aborrecidos meses.
Solto tudo em um mês, e ficam num arquivo só.
Falos assim, estranho, mas gosto tanto de meus poemas...

 

 



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 18:58
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Domingo, 18 de Maio de 2008
O medo, a coragem.

Brincadeira de fantasma.

Tem um na garagem.

Correria.

Gritaria.

 

Puxada pela avó,

Rebela-se Gabi!

Do meio da escada.

 

Envolta na luz ocre batida na parede,

que assim refletia o bege marrocos,

Disse não!

 

- Vou descer!

- O medo está em mim!

 

E, assim determinada,

e também convencida,

gritou o que não entendia!

 

Mas, afinal,

É preciso muita coragem para buscar ter medo!

 

 

Aniversário de oito anos, de Laura Maria!

 



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 16:13
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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008
A Falta

Eu posso faltar no outro?

Se sou, e é cada um, a mais,

Poderia ser um,

falta?

 

A falta não preenchida,

muda de culpa.

Digo, de cor,

digo, de dono.

 

Não se explica,

mas não está em mim.

Não cabe em mim!

Me foi faltada, pelo outro.

 

Pobre outro...

Só deu um pouquinho que tinha.

Pouquinho?

Pouquinho não se quer!



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 02:59
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O Poeta e o Biólogo, e o jardineiro
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