Jardins de Palavras em canteiros de versos a cerca de eiras de prosa. Em 2008, um mês, um livro, desde julho
Quarta-feira, 23 de Maio de 2007
Viajar

O biólogo viaja,

em meio ao postar deste tempo de dor,

em um viver do tempo de agora.

 

Tempos paralelos,

vidas em um mesmo corpo.

Saio pelas vidas das florestas,

de novo, no meio das Américas,

viajo.

 

O poeta levo, para ver, sentir, cheirar, provar,

e escrever o belo para além do saber.

Em meio a charutos e run, amigos e calor,

índios e molas kunas, viajamos todos.

 

O blog dorme, e acorda onde estava,

no começo de junho,

dias antes dos 40 anos chegarem!



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 13:44
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Morte, morte, mortes e sonhos
Dias secos, e frios.
Choveu, só para fazer esfriar.
É outubro, mas primavera não veio.
A água a terra chupou e as árvores tomaram.
Na poeira, só se sabe que esfriou, que está seco, não há flores, nem mesmo folhas.
Além da dor, só o vazio, o nada neste existir sem razão.
Morreu, parece que a natureza notou.
 
Não foi só ele, fui eu também. Minhas crenças e esforços, morreram.
Morreu toda tentativa de fazer o bem, no consequente mal inesperado.
Do amor, o descrer. Do excesso, o crime de transbordar, e afogar tudo.
Crescemos assim. Sem notar, nadamos a vida toda inundados do amor de meu pai.
Hoje boiamos na paz do amor de minha mãe,
e nenhum destes amores conseguimos reproduzir.
Pior, não conseguimos sentir para além deles, não teremos de ninguém.
Vamos morrer inundando a todos que amamos,
Mas aqui dentro, outra flor custará a nascer.
As plantas que molhamos, morreram afogadas,
E meu coração seco, ficará seco.
 
Para além disto, restou sonhar com chuva.
A chuva que vem com o tempo,
Que molha gentil, que embebe a alma,
A alma que vira esponja,
e esponja, me encharcarei.
Um dia, que belo dia será, vai chover.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 13:34
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007
A morte e meu pai
Viveu a vida de todos, morreu em meio a todos os prantos.
Ninguém consolava, pois o desconsolo era de cada um.
Não há mais nada.
Na paz e no conforto da gratidão de todos que, nunca vistos por mim, amavam meu pai e seus feitos, sobrava só a lucidez da memória de quem ele foi.
Aquelas duas mulheres pequeninas, caladas, logo cedo, choro nos olhos,
Silêncio. “O senhor é filho? Seu pai salvou a vida daquela moça”.
Lágrimas em silêncio, silêncio apenas, agradecimento: “Devo minha vida ao Dr. Sebastião Boanerges”, escrito no livro.
 
Em meio a esta paz, e da paz de minha mãe, segurando cada filho,
Em meio a nossa gratidão pelos anos que ela deu, dado, inteira,
Para a sobrevida feliz dele,
Em meio a toda esta paz, a tanto amor, tanta gratidão,
A certeza destroçadora de que o mundo piorou, que nada que eu, que nós, fizermos, melhoraria coisa alguma.
 
Em meio ao amor e confusão das netas, tristeza e estranheza, seu rosto morto em minhas mãos de novo.
Um dia antes, sua textura viva, seu calor, já morto, seu corpo sem preparo, seu restinho de vida.
Agora, seu semblante, seu restinho de lembrança, acabando.
Não fechem este caixão... meu pai se foi, fui junto, foi um tanto de todo mundo ali.
 
Meu Deus, que a morte nos mude, pois senão o que vai ser de mim, de nós, da Ju? Que filha também, que tanto fez, e tanto sofre.
“Agora é esta pedra que tenho que carregar”, falava meu primo, falava seu afilhado.
Falava do pai dele, irmão de papai, mas falava de papai.
Papai: que título justo.
Eram tantos órfãos de coração, tantos chorando perderem um pai de novo, tantos chorando mais por ele que por tantos outros mortos.
 
Hoje ficou este silêncio, que nem música, nem barulho, nem nada rompe.
Esta barreira entre eu e o mundo.
Este vácuo, que barra odores, gostos, o amor, a felicidade, o amparo.
Tristeza, o novo nome de minha insensibilidade a tudo que o mundo pudesse gerar de consolo.
Num instante, ficou a paz de sofrer isolado de tudo.
 
Quem sabe porém, aqui dentro, com ele no ar, a solidão se desfaça, assim como foi quando passou por mim na estrada? Eu a caminho de seu leito, naquela hora já vazio dele, já morto, naquele mesmo instante em que senti tão forte e dolorosamente que o perdera.
Viverei da esperança de que, dentro deste muro de dor e vazio, ele se refaça vivo em meu espírito, em tudo que ensinou, em tudo que ainda vai ensinar.
Viverei da esperança de que eu re-aprenda a viver a vida que hoje,
preciso re-aprender a amar.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 12:36
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Parte 2 - a morte, na íntegra, na alma...
 
 
 
Parte 2
TRÊS POEMAS DA MORTE
E DOIS EPÍLOGOS DE AMOR
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando só resta chorar, que eu possa chorar em letras e contar para alguém quem ele foi.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando da morte de meu pai, quando da vida e seus caminhos, da certeza de que nada sobrevive a dureza desta vida, da certeza que da morte tudo pode renascer.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 12:31
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Sábado, 19 de Maio de 2007
A seca, a chuva, o prover
Seca mata
A mata seca,
A flor seca,
A seca segue.
Mas, além da seca,
Chuva forte também mata flor.
Mata árvores, mata.
Seca, chuvas,
Seca, molha.
 
É estranho como o doar pode ser de doer.
É estranho como segue a vida,
mas sem ter de tudo,
Segue até bem, pois aguenta o pouco ter.
Já o que é dado com força,
chuva de pedra, destrói o frágil.
Só deixa o forte, só aguenta o rústico.
Já o que se tem por certo,
água de fosso, na terra, só traz a paz.
Com água, e seca, as flores brotam, e o belo e delicado mundo avança.
 
Há o belo no forte, e no delicado.
Mas forte e delicado, só quando dá.
Os ipês mesmos, são sempre fortes – tronco.
Delicados e belos – flores – só na seca.
Na força das chuvas, só o forte dos troncos, o verde das folhas.
Lá dentro, na alma de planta, seiva, espera,
em genes de gemas de botões de topo,
Flores.
Belas e delicadas, parte do rústico e do forte.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 06:26
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2007
O velho e o caquético
Do carro velho saíram,
Para colher ervas ainda mais velhas.
Velhos costumes, tão velhos,
São sóbrios, são sábios, são belos.
 
Novos costumes, são caros.
Novos costumes, se velhos,
São só caquéticos,
São só pobreza.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 02:52
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007
Muro velho com flores
Perpetuar defeitos
Criar novos,
Perpetuar a todos.
Viver da essência
Não dos detalhes.
 
Detalhes, perfeitos,
se criar,
terão defeitos.
 
Flores,
São essência.
São perfeitas.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 01:57
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Terça-feira, 15 de Maio de 2007
Amoroso
São raros homens amorosos
Mas, não raro, homens amorosos
São amados em profusão.
 
Morrem na plenitude do serem amados.
Morrem em harmonia com as verdades.
Morrem na paz de suas verdades.
Na verdade de seus amores.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 13:34
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Insistência
Palavras.
Belas, doces, como a vida.
Suaves, quando assim a vida é.
Mas palavras,
mais delas e mais belas,
vem com a força da dor.
Na vida que, de súbito,
Amarga.
Amargo é remédio, e
Remédio amargo cura.
 
Confusos e fortes sentimentos.
Batem, trepidam, impulsionam.
A alma no peito. Dói.
Explode, ou não, implode,
aperto de rasgar.
 
Mas dali, a vida,
Pelas palavras cristalinas, claras, verdadeiras.
Verdades, doces, na dor, curam ainda mais.
 
Na palpitação do peito,
No aperto insuportável,
A vida clama, nas palavras,
A paz de volta, acalma.
Como beijo, como amparo,
Faz da alma de novo doce, feliz e amor.
 
Palavras, palavras, palavras.
Não me deixem aqui.
Me ajudem na busca
De amor em viver,
De felicidade em existir.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 13:32
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10 poemas da cura
Parte 1
10 POEMAS DA CURA
 (aqui postado pela metade, espero, a melhor metade)
 
 
Mês de Setembro do ano de 2005 de Nosso Senhor Jesus Cristo, Mesmo que continuemos ateus.
(Poemas escrito na busca do se encontrar, na quebra dos 38 anos, e a véspera da grande fatalidade, que continua este livro)


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 13:23
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Sábado, 12 de Maio de 2007
Parte 2, Primeira trilogia.

A partir de amanhã, novos fragmentos, agora, profundos na tristeza, e sua morte certa.

 

 

 

10 POEMAS DA CURA
3 POEMAS DA MORTE
&
2 EPÍLOGOS DE AMOR


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 01:10
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Dedicar
(dedicado a Laura, filha amada no topo de seus sete anos, hoje).
A uma mulher,
Para quem os melhores poemas eu darei,
Para quem o amor, puro, medo dará,
 
A paixão, forte, só dá força.
A paz, ligeira, só quer agarrar,
E de paz, paixão e amor,
fazer um mundo de vida doada,
Amada, e sentida, de ida, e volta,
amor verdadeiro.
 
Se existir, a ela dedico, e amarei. Um dia...
 
Até lá, e sempre, viver a terra,
os homens nela.
As filhas, as certezas,
únicas, absolutas.
E a tudo, se a tudo se ama,
assim se é feliz,
Feliz, uma vida inteira se dedica,
só, a viver.
 
 
Junho de 2005


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 00:55
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2007
Saudade de viver. Longe, Açores
O preencher absoluto de um vazio definitivo.
 
Descobrir.
 
Saudade de casa, de todas suas “históiras”.
 
 
O preencher absoluto de um vazio definitivo.
 
Construir.
 
 
Amor
 
 
Laura Maria
 
Gabriela, também Maria.
 
 
O resto
 
Nada.
 
Ou, consumir-se, por tudo.
 
De resto, nada.
 
 
Maio 2005


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 14:48
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O calor e a mata
Dizem que tudo passa.
Este calor, em janeiro,
Neste parque, não passa.
 
Dizem que a tudo se esquece.
Aqui, não esqueço ninguém, e
a nenhum momento me deixam
os momentos.
 
Ainda assim, este calor não passa.
Esta mata cresce, mas estas árvores morrem.
O tempo avança, mas não vai a nada.
 
Janeiro 2005


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 14:45
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Parapeito
Na roça entendi seu valor.
Se na manhã fria,
Há lindas árvores para se ver,
Ali, de angústia, dor, ou não,
Alegria e suspiro, amor,
De tudo, o peito se enche,
Se para, se vê, e sai para viver.
 
 
Abril 2005

 



publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 14:41
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Terça-feira, 8 de Maio de 2007
Daqui, dentro de um canto,
Alma, casa velha. Esconderijo?
Vê-la partir, ficar a ver, só.
 
De meu canto, só meu,
Sem ninguém, por assim querer,
Sem ninguém, só,
duro como seja ser só.
 
Alguém, mas cá dentro, sempre só.
Beleza? Não. Feiúra? Não não.
Só, num canto, com encantos que só,
Sozinho, aprendo a ver. A encontrar em
Mim, o amor de querer buscar,
Depois do amor de me entregar.
 
E inteiro, entregue e consumido,
Sem retorno, sem nada de volta,
Nada, só. E só, sem nada,
Não busco seu amor. Permaneço.
 
Por que amor, existe, está, vive.
Não se busca, não se conquista,
Não ganha, não nada. Ama.
E eu te amo. Só, com medo,
Sem esperança, te amo.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 05:05
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Tai-Chi
Cada pessoa, seu dom,
Seu vir.
 
Cada pessoa, sua história,
A perder.
 
Cada dia, um Tai-Chi.
Cada vida, um amor.
 
Cada vida, Tai-Chi.
Cada dia, amor.
 
 
 
Janeiro 2005


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 02:23
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Domingo, 6 de Maio de 2007
No mundo
Um café, numa esquina,
num resto de cidade histórica.
História na capital do istmo,
Panamá.
 
Um italiano, um panamenho, um brasileiro,
Em francês (ou algo que francês nenhum aprovaria),
falam da vida e bebem café.
Lá fora, vento e tempestade tropical.
 
Aqui, entomologia, frutos do mundo,
vinhos do mundo.
A felicidade de existir, ser parte de mundo,
De entender e viver tudo isto.
 
Ser, apenas, feliz.
 
 
 
Maio 2004.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 15:48
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Gabriela
Clima
Quente,
Ar
Seco,
Árvores
Nuas,
Folhas
Mortas,
Vento
Pouco,
Eu
Espero,
Nasce Gabi!


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 15:42
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007
O outro lado deste rochedo de povos escravos
Rochedos iguais,
Em origem, em forma.
No céu, as mesmas nuvens de terras grandes
Na terra, as savanas de terras pobres.
A exuberância destas terras, pobres,
suas ricas e variadas formas, crescidas assim ricas,
Da terra pobre, e depois tomada.
Dos povos largados deste mundo sem povos.
Marcam,
com olhares sedentos de dó,
o fim do mundo de todos, agora de poucos.
Entre Brasil e África, não o mar, mas Portugal.
Portugal de história, também perdedor.
Destas conquistas sem fim, deste mundo sem amor.
 
 
Abril 2002


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 05:34
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2007
O muro
Final de ano,
Reformas, mudanças,
Dificuldades,
E o meu muro,
sem aviso,
diante de uma lufada só e rápida de vento,
caiu.
Pesado demais para altura extra que lhe dei,
Protesto dos blocos à minha arrogância
de tanto empilhá-los?
A mim, deveria soar só como desespero cotidiano.
Na frente de meus olhos, de uma vez, caiu.
Porém, alí, me vi feliz, e a saúde de todos,
longe dele na hora, atribuí ao absurdo sentimento.
A verdade outra, é que todo muro que cai é bom,
te deixa ver longe, e ilumina a casa, amplia a vida.
Triste fato para me lembrar que meu amado, imponente muro,
Era mesmo ruim e o era mesmo por ser assim, tão imponente.
Alí, blocos empilhados me lembrando que preciso deles.
Do outro lado há um cerrado que ninguém nele construiu.
Nele passeio os olhos a todo momento,
pois o muro, faltoso, já levanto de novo.
 
Dezembro 2001


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 04:17
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007
Meu pai e o ar

Originariamente publicado no prefácio do livro "Diário de Campanha", de Sebastião Boanerges Ribeiro (2002), meu pai, e logo após sua extravagante vitória sobre um vasto enfarte, um feito impressionante para os laudos médicos, mas não para sua vida, extraordinária e fantástica.

 

A cada beijo da morte,
Esbofetada de volta.
Parada cardíaca?
Infecção?
79 anos?
Nada.
Nada mata meu pai.
Não desta vez,
não de agora.
Crescido
leite de vaca e toucinho,
Vivido
Médico, plantador, e pai
De mais
Caminhoneiro,
taxista,
sargento na guerra?
Foi tudo, e é,
descobriam os filhos
ao primeiro beijo que a morte tentou,
o ar de nossas vidas.
a existência,
o não vazio.
Vivemos ao próximo.
Porém, pai, mãe, também os filhos,
não são os próximos, somos nós mesmos, nos outros.


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 03:51
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Terça-feira, 1 de Maio de 2007
2000
Chuva, e frio
Frio? No Brasil?
Em janeiro?
É, frio e chuva,
céu cinza,
mato molhado.
Sim o mato,
testemunha dos fogos,
das festas,
como o foi meu pai.
78 anos, quantos na espera?
Viveu para ver 2000,
2000 de menos mato,
mas 2000 da mesma gente,
do mesmo mundo, que
espera mudar, quiçá voltar,
ser o que foi melhor, e melhorar.
 
A chuva lava a alma,
O frio é cartase para o novo,
Eufórico entusiasmo,
Espero assim não ser só eu
 
01 de janeiro de 2000


publicado por Sérvio Pontes Ribeiro às 12:10
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O Poeta e o Biólogo, e o jardineiro
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